Home - Página Inicial do site Orkut - www.orkut.universidadenet.com Crie seu Site ou Blog aqui! Canais - UniversidadeNetLoja Virtual do Site Universidadenet.com Guia de empregos e currículos Home - Página Principal do site Universidadenet.com Buscar Conteúdo em todo o site ou na WEB
- Aquecimento Global
- Figuras de Linguagem
- Gravidez
- Mercosul
- Números Complexos
- Polinômios
- Receita Federal
- Carnaval
- Dicas de Estudo
- Fórum
- Frutas
- Geografia
- Gramática
- Os Cinco Sentidos
- Páscoa
- Política
- Português
- Psicologia
- Redação
- Saúde
- Vestibular
- Jogos On-Line

 

( Digite o que Procura aqui! )

 
Home. A Questão do Gás Boliviano

Comente este Artigo - Indique este Artigo!

O Brasil importa atualmente 24 milhões de metros cúbicos de gás do país vizinho, cerca de 50% do gás nacional. A Bolívia é fortemente dependente da exportação de gás natural, e com a Argentina auto-suficiente no suprimento de gás natural, o Brasil aparece naturalmente como o principal mercado consumidor para o gás boliviano.

O decreto de nacionalização de 1º de maio de 2006, fez gerar uma onda de crises entre o Brasil e a Bolívia. A Bolívia quer alterar o regime das empresas privatizadas e das companhias que ganharam concessões para explorar blocos, como a Petrobras (tem participação de 35% nos dois principais campos de gás do país, San Alberto e San Antonio).

A idéia do governo boliviano é a de transformação das empresas em executoras de um serviço para a YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos). Com um eventual rompimento entre o Brasil e a Bolívia, para os bolivianos restaria apenas como opções de grandes consumidores do gás boliviano, o Chile ou os EUA, ambas as possibilidades aparecem como econômica e politicamente problemáticas para o país.

Declaração feita recentemente pelo ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, Carlos Villegas, dizendo que não se submeterá aos desejos da Petrobras, e que segue vigente o prazo que vence no final de outubro para que as multinacionais assinem novos contratos caso desejam permanecer no país.

Afirmou que a medida foi “temporariamente suspensa” para gerar “condições propicias à negociação”, mas não cancelada. Tal declaração agrava ainda mais a crise entre os dois países.
Resta apenas esperar, para saber o final da novela “O Gás Boliviano”!

Por Equipe Universidadenet
Equipe universidadenet.com

Geografia Geral - Geografia - UniversidadeNet

 

( Digite o que Procura aqui! )